Imprensa
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Nome e função
- Nome público
- João Rios — sempre com o til no a.
- Nunca escreva
- Joao Rios · J. Rios · Joäo Rios · Joao Rio
- Função
- Advisor de CEOs e fundadores. Não é mentor, consultor, coach nem palestrante.
- Epíteto
- O Estrategista Invisível
- Pronúncia
- aproximadamente zhwow HEE-ohs (português brasileiro)
Biografias
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João Rios é advisor de CEOs e fundadores, conhecido como O Estrategista Invisível. 25 anos construindo empresas — 40+ negócios em seis países, um com 6.000 funcionários — até deixar o cargo executivo em 2016. Desde então: 1.100+ fundadores aconselhados, sob sigilo e por indicação. Seu tema: o preço do sucesso.
João Rios é advisor de CEOs e fundadores. Passou vinte e cinco anos dentro do problema sobre o qual hoje trabalha: começou aos 14 anos, vendendo espaço publicitário em sites que ele mesmo construía, e seguiu para mais de quarenta negócios em seis países — Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Itália, China e Argentina —, em setores sem relação entre si. Uma operação chegou a 6.000 funcionários. Um e-commerce que fundou em 2012 já atendeu mais de 150 mil clientes e segue ativo até hoje. Deixou o último cargo executivo em 2016.
De lá para cá, aconselhou mais de 1.100 fundadores e executivos, de startups a Fortune 500, sempre sob sigilo e sempre por indicação. Nunca usou cliente como troféu. Sua tese: o sucesso está sendo pago com a vida do fundador, e ninguém coloca essa fatura na planilha. A promessa é de processo, nunca de resultado.
João Rios é advisor de CEOs e fundadores. É conhecido como O Estrategista Invisível — aquele que você chama quando não pode errar.
Começou aos 14 anos, vendendo espaço publicitário em sites que ele mesmo construía. Vinte e cinco anos depois, fundou ou dirigiu mais de quarenta negócios em seis países — Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Itália, China e Argentina —, em setores sem relação entre si. Uma operação chegou a 6.000 funcionários. Um e-commerce que fundou em 2012 acumula faturamento em múltiplos oito dígitos, já atendeu mais de 150 mil clientes e segue ativo até hoje. Deixou o último cargo executivo em 2016.
De lá para cá, o trabalho é privado. Mais de 1.100 fundadores e executivos já foram aconselhados por ele, de startups a Fortune 500, sempre sob sigilo e sempre por indicação. Nunca usou cliente como troféu.
É engenheiro civil pela UNICAMP, com pós-graduação em Administração e MBA em Gestão de Projetos pela FGV. Em 2018, mentorou o projeto que trouxe Tony Robbins ao Brasil pela primeira vez, um evento para 11 mil pessoas em São Paulo.
A tese pública é desconfortável e proposital: o sucesso está sendo pago com a vida do fundador, e ninguém coloca essa fatura na planilha. Sucesso não é o que os outros veem, é o que você vive. Ele trabalha em três territórios. A fatura invisível é o que o sucesso cobra por fora da planilha. O isolamento estrutural é o que sobra quando não há mais ninguém com quem falar de igual para igual. A vida desenhada é a alternativa a viver por acidente.
O que ele oferece é imparcialidade estrutural. Não é virtude, é construção: não tem interesse em qual lado a decisão vai cair e não tem nada para vender do outro lado da resposta. É isso que torna a resposta digna de ser ouvida.
É autista, tem TDAH e altas habilidades. Trata os três como mecânica, nunca como superação. Eles descrevem como ele processa um problema: padrão acima de ruído, estrutura acima de sentimento, e a disposição de dizer em voz alta o que todo mundo na sala já sabe e ninguém vai nomear.
A promessa é de processo, nunca de resultado — clareza na saída, paz na consequência. A ordem da vida é fixa: Deus, família, serviço, trabalho. Saúde é condição, não item da lista.